Dinos Experience no Estacionamento do Via Parque Shopping

Dinos Experience Via ParqueJá imaginou em pleno século XXI seres humanos andando e interagindo com os animais mais fascinantes e temidos de todos os tempos? Mais de 50 mil pessoas em São Paulo já curtiram à Dinos Experience, a maior aventura jurássica de todos os tempos, que agora chega ao Rio de Janeiro, a partir do dia 25 de agosto.

O projeto de entretenimento educativo para toda a família está alinhado a um dos principais pilares do licenciamento da marca Animal Planet para o Brasil, e traz um megashow de dinossauros em tamanho real em perfeito movimento e uma exposição interativa montados numa área de 2.000m2 localizada no estacionamento do Via Parque Shopping.

No total, Dinos Experience traz ao público mais de 25 dinossauros, entre eles 15 espécies diferentes, que ajudam a contar como viviam, como se alimentavam e como se defendiam dos temíveis predadores

O megashow – o ponto alto de Dinos Experience será um megashow numa arena para 760 pessoas com dinossauros em tamanho real, incluindo um Pterossauro com cinco metros de asas e um Anquilossauro de oito metros de comprimento, entre outras espécies como: Estegossauro, Velociraptor, Dilofossauro, Brachiossauro, Espinossauro, Deinonico e Parassaurolofo.

O público também ficará eletrizado com uma batalha épica de um filhote de Triceratops de quatro metros de comprimento que, ao lado de sua mãe com oito metros de comprimento, enfrenta um filhote de Tiranossauro Rex com mais de dois metros de altura e que conta com a ajuda de sua mãe, a maior espécie de toda Dinos Experience: UMA TIRANOSSAURO REX DE DEZ METROS DE COMPRIMENTO E SEIS METROS DE ALTURA!

Conduzido de maneira lúdica e educativa, o megashow será um passeio via máquina do tempo que viajará pelos três períodos da Era Mesozoica, em que viveram os dinossauros, e está dividido em seis partes distintas. No prólogo, o cientista e pesquisador, acompanhado de seu aluno fascinado por dinossauros, irá se apresentar ao público e irá levar a máquina do tempo diretamente ao período Permiano, antes dos dinossauros. A primeira parte representará o começo da Era dos Dinossauros, com alguns animais do período Triássico. Na segunda parte, a Era de Ouro dos Dinossauros será apresentada ao público: o período Jurássico. O período Cretáceo, tão rico no registro fóssil de dinossauros, contém a maior parte dos dinossauros conhecidos pelo público e, portanto, ele será representado através de dois blocos. O epílogo irá abordar a extinção dos dinossauros, o que mudou no mundo após estes animais e o surgimento dos seres humanos, até se encerrar no ponto que é a grande surpresa do espetáculo: que os dinossauros não estão extintos!

Exposição Interativa – seguindo o caráter educativo de Dinos Experience, o projeto conta ainda com uma área expositiva na qual as crianças poderão aproveitar uma Área de Escavação, em que entenderão melhor o trabalho de paleontólogos na busca por fósseis. No mesmo local os visitantes terão uma experiência em uma floresta, com as mais variadas espécies, réplicas de esqueletos, ovos de dinossauros para fotos, entre outras atrações.

Mais informações:

De 25 de agosto a 30 de setembro

Duração: 70 minutos

Ingressos:

Quintas as 20h

  • Setor Triássico: R$40,00 (inteira) R$20,00 (meia);
  • Setor Cretáceo: R$56,00 (inteira) R$28,00 (meia);
  • Setor Jurássico Vip: R$72,00 (inteira) R$36,00 (meia);
  • Setor Premium: R$96,00 (inteira) R$48,00 (meia).

Sextas as 20h, sábados e domingos as 16h e 18h

  • Setor Triássico: R$50,00 (inteira) R$25,00 (meia);
  • Setor Cretáceo: R$70,00 (inteira) R$35,00 (meia);
  • Setor Jurássico Vip: R$90,00 (inteira) R$45,00 (meia);
  • Setor Premium: R$120,00 (inteira) R$60,00 (meia).

Os ingressos são vendidos no site da Ingresso Rápido ou na  bilheteria oficial do Via Parque (2° piso)

Classificação: Livre. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.

Nota oficial – escolas da Série A estão sendo desalojadas

LIERJEstamos no segundo semestre de 2018 e a situação dos barracões das escolas de samba da Série A fica a cada dia mais crítica. Cinco agremiações já foram desalojadas: Alegria da Zona Sul, Unidos de Bangu, Inocentes de Belford Roxo, Acadêmicos de Santa Cruz e Acadêmicos do Sossego, além da Unidos do Porto da Pedra, que já está com ordem de despejo e sem local para levar as alegorias. No mesmo caminho, a Rocinha também vem sendo processada, assim como há um sério risco para a Renascer de Jacarepaguá.
É extremamente preocupante observar que as desocupações vêm ocorrendo sem qualquer tipo de planejamento por parte do poder público e da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, responsável pela maior parte das ações de despejo. 
Até o momento, o que vem sendo notado é que as escolas estão sendo removidas e jogadas ao relento, sem que haja a indicação de outros espaços para que os carros alegóricos e os materiais possam ser preservados e transferidos, de forma que os trabalhos continuem sem prejuízo ao Carnaval da Série A do Rio de Janeiro e, consequentemente, aos artistas que vivem dessa manifestação cultural. 
Sabe-se que a CDURP, inclusive, já agendou reuniões com Polícia Militar, CET-Rio, Comlurb, Defesa Civil, SECONSERMA, Superintendência Regional do Centro, Guarda Municipal e outros órgãos para desocupar o barracão da Unidos do Porto da Pedra.
O receio maior é que ocorra algo semelhante ao drama já observado nessa quinta-feira (2), quando uma viatura da Polícia Militar chegou ao espaço onde estão a Santa Cruz e a Inocentes com um oficial de justiça executando a ordem de despejo imediato.
Vale ressaltar, ainda, que vêm sendo comuns os casos de incêndios envolvendo barracões da Série A. Só neste ano, por exemplo, o fogo já destruiu alegorias e trouxe incontáveis prejuízos para escolas como Porto da Pedra e Unidos da Ponte.
Após muita procura e insistência por parte da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, a Riotur havia prometido em maio viabilizar junto à Prefeitura a cessão de um terreno para que as escolas de samba pudessem realizar os trabalhos em segurança e em condições dignas. A Lierj já oficializou o pedido e efetuou todos os procedimentos indicados, porém, até o momento, ainda não teve um retorno concreto. 
Nunca é demais recordar que, no Carnaval de 2018, a verba (que já sofrera um corte de 50% e um impacto direto de 75% no valor total) só foi liberada a menos de duas semanas para os desfiles. Na ocasião, houve uma promessa da Riotur para que as conversas fossem antecipadas e esse problema não se repetisse no ano seguinte.
Enquanto isso, já estamos em agosto e a maioria das escolas de samba da Série A sequer possuem um local para construir o Carnaval.
A Lierj ressalta que, além de estar acompanhando tudo de perto, manifesta total apoio e suporte às agremiações, além de não medir esforços para que as promessas do poder público sejam cumpridas e o Carnaval da Série A não seja ainda mais prejudicado.